Archive for maio \28\UTC 2008

um estranho Luciano
maio 28, 2008

Querido Diário Jounal, hoje o papo vai ser de homem pra máquina. Quero escrever sem formalidade e meu cú pro mundo. =P
Cara, o que ta acontecendo comigo? Parece que o mundo ta revelando um Luciano feito de passado, presente e futuro, mas tuuuudo no mesmo indivíduo. Eu agora:
Acordei hoje numa preguiça tão grande da minha cara. huahuahauhauhauhauhauahuah. Eu quase que sei de todas as pessoas que lêem meu Live, mas hoje to cagando e andando pra todas elas. Já tem um tempinho que todos os dias me olho no espelho e me surpreendo com o que estou me tornando. Aquele cara inseguro, ciumento, possessivo, com estima baixa tá se transformando, e o que eu era, só de pensar, ao menos hoje, estou sentindo um “arrgh… que menino fresco. VIRA HOMEM! CAPETA..”. 
Ai ow, coisa mais chata! Acho que sou uma pessoa muito Fimose. Não desgruda. Alguém que fica pendindo atenção pras pessoas, alguém que fica cobrando do namorado pra me expor como namorado pra todo mundo, alguém que fica tomando dores de amigos quando estão passando pro problemas, aaaaaaaai velho! Que preguiça. Cobrar o que Luciano? Quem você pensa que é? Quanta frescura. Credo! 
Sabe quando você acorda e se acha um carinha bonzinho demais e vai tomando antipatia desse seu coração mole? Pois é. Eu sei que isso não vai durar muito tempo, mas ao menos agora eu to assim, e to achando tudo muito cômico. 
Até me chamarem pra ser matéria de capa de jornal as pessoas tão me chamando. Minha psicóloga diz que estou na fase de reencontro. Que esse momento eu estou reedescobrindo os prazes de viver minha vida, por alguns momentos, comigo mesmo. ¬¬’ Bla bla bla.. que buntinho né? Se ela fosse um pouco menos estranha ia dizer que ela está numa fase emo. Mas gosto muito dela. Daí ontem veio uma menina preocupada porque meu namorado não tem foto comigo no orkut dele e tem com o ex. Oi! O namorado é de quem? Eles não podem ter fotos juntas? Ele é nosso amigo? ALOW! E porque uma pessoa dessa não está mais preocupada em tirar umas fotos “BU-NI-TA” que ela tem no orkut. Aliás, vai ser feia assim lá na casa do carai. Credo! 
Aff…

Sabe que eu até queria me sentir assim mais vezes?! Quero escrever isso pra quando bater a melancolia, eu ler  e me erguer de novo. hauhauhauhauhauhauhauah. Tô gostando desse sentimento de “Eu sou legal, e deixa o mundo acabar lá fora“. São momentos tão raros, mas que já estão se tornando comuns na minha vida, e acredito que isso faz bem. Me sinto muito bem obrigado!

exibicionista
maio 27, 2008

Aaaaai pessoas… pessoas…
O que seriam delas sem se preocupar com nossa vida? O que seria da nossa reputação se não fossem elas?
Uns perguntam demais, outros entrometem o dedo onde não devem, outras falam demais, outros querem envolver demais. No final de tudo isso, é como dizem: “Tudo acaba em Pizza”. Gente brigando, gente chorando, gente gritando. Tô correndo de gente problemática, histérica, mentirosa, fofoqueira, etc. Algumas personalidades se escondem atrás de roupas, outras atrás de Photoshop, e no final das contas, as pessoas ainda se preocupam com os fakes.

Blá Blá Blá… Que papo mais chato!
Era só pra cupsir o pedacinho de osso que veio do peixe.

o_O

JesusMariaJosé!

Vai dormir Luciano?

Tô indo! Beijo Monitor. Beijo Mouse. Beijo Teclado. Valew a companhia. Ah! E Monitor, para de ficar me exibindo todos os dias pra qualquer um que aparece porque uma hora esse trem da merda. E eu to quetinho na minha! Amo vocês!

aff..
TCHAU LUCIANO!

kkkkkkkkk…

de Brasileiro para brasileiro
maio 21, 2008

Nesse cotidiado translocado desse meu Brasil, vivo reparando algumas peculiaridades das pessoas em achar que em alguns momentos, o exagero faz a diferença, quando na verdade, pode não fazer nenhuma. 
Já reparou como tem pessoas que quando apertam o botão para chamar o elevador, insistem em acreditar que um único toque não basta? Que realmente são necessários no mínimo 17, e que em cada uma dessas vezes, a força faz a diferença. Pura ignorância, ou quem sabe pressa. A pressa as vezes trás a ignorância. Enfim…
E o celular? Já percebeu como que algumas pessoas, se escutam a voz em um volume um pouco mais baixo, começam a responder gritando, acreditando que a pessoa do outro lado da linha também está passando mesmo pelo dilema. Mas nem sempre. O grito de “Você vai lá comigo Creide?” costuma sair logo depois de um ” Ooooooooi?!…”. Com isso é fácil tirar a conclusão de que nem sempre as duas antas pessoas estão surdas. E por falar em surdez, como tem brasileiro que acha que o som que gosta de ouvir, o resto do mundo e a galáxia vizinha também gostam. Tsc tsc tsc.. Como é irritante isso! Pior é quando a pessoa se tranca no quarto, e acha que o volume no 32, em um som de 5000W é coisinha pouca, quase canções de ninar. brasileeeeeeeeeiros…
Pra mim, assustador mesmo é a facilidade que temos de falar mal de quem está bem. Repara como que nós – é claro que eu não vou tirar o meu fora – temos o hábito de, quando um amigo te liga e diz que ta mal, triste ou coisa parecida, logo nós queremos estar por perto, ajudar, estender a mão e colocar ele lá no alto. Mas se esse mesmo amigo tiver bem e sentar do lado pra falar das coisas boas dele, da boa fase que ele vive ou dizer coisas tipo “Eu sou bunito d+”, ele pode realmente ser lindo, mas a gente já leva aquilo como “Puta! Cara chato.. o cara se acha!”, ou coisa parecida. Engraçado isso…
Essas experiências culturais pode acrescentar muito nos nossos pontos de vista, e acho que quando o que está em jogo é somatório, pra mim será sempre bem vindo!

Ah! E aqueles Brasileiros que adoram falar de brasileiros como se não fossem Brasileiros?
Né Luciano?..

Acho que é tudo uma questão disposição social. Ou, a grosso modo, experiências de vida que te faz querer achar ser diferente de alguns.

Poft Plin Tic Tac
maio 13, 2008

Ruídos, sons, barulho, imagens.. Muitas Imagens. É assim que se explica uma mente corrompida de arrependimentos, o que popularmente chamamos de Peso. Esperar o momento certo e me conter no silêncio, foi o erro ao achar que o melhor momento é aquele que ainda estar por vir. Alguns dias do ano eu agradeço por não saber mentir, ser transparente é virtude de poucos. Nos outros dias em questão, eu queria ter mais coragem, pra não esperar tudo passar até vestir a armadura e encarar os fatos. É normal de mim, querer correr até o relógio da vida e voltar o tempo no mínimo algumas centenas de horas, mas, ao invés disso, eu deveria engolir as palavras põe pra fora e ser mais ponderado. Na teoria do Se coloque em meu lugar, eu sinto uma confusão mental de quem tentou realizar um sonho, mas não fez “todo mundo” feliz. Queria conhecer algo forte o suficiente pra destruir o martelo mental que me invadiu sem pedir licença, e fazer ele parar de bater tanto no mesmo lugar. Queria ter feito as coisas de uma forma mais tranquila, e realizar um sonho sem ter que ficar cego com a primeira luz do caminho perdido. Me tira o sono saber que por medo do medo (eu ODEIO essa palavra), eu posso quase ter perdido a confiança de quem eu amo, e mesmo tendo escutado o “Sim! Eu desculpo. Não faça mais isso!”, eu poder fazer qualquer coisa pra que alguém aí me entenda. Burrice não falar, mais burrice ainda é achar que existe essa tal de “hora certa pra falar”. O que tem que fazer, é falar. 
Eu sei que se sentar no cantinho mais quente da casa e escutar o coração ele vai dizer: “Ele é meio desequilibrado assim mas não foi por mal. Você conhece ele e sabe que ele te ama. Desculpa ele mesmo. Não fique chateado. Ele nunca vai te trocar e JAMAIS te abandonaria, tomar seu lugar muito menos.” Esse coraçãozinho está a meu favor, por tudo que fiz a ele. Eu sei!
Éh! Quem sabe a funçao do quebra martelo não seja uma missão fácil para mim e o Dr. Marins, e me despertar desse desassossego não me faça aprender fazer as coisas certas a partir de hoje. Minha psicóloga já dizia: “Sentiu algo, póe pra fora.. escreva, desenhe, colora, qualquer coisa.. Põe pra fora!”

Hunf! Não era pra começar assim esse meu desígnio de quem nunca soube tocar uma flauta sequer. Só quero que o amor entenda o amor, e fique do meu lado sempre, senão, de que serve o amor, a música, o sonho…

Dados comprovam que os sentimentos em balança, tendemos a escrever mais sobre quem está envolvido. E quando só queremos por pra fora tudo pra resolver esse desequilíbrio? Será que conta? 

Grnnn…

social
maio 9, 2008

As vezes me surpreendo com essa coisa de “fazer social”, e fico abismado em como que, em alguns lugares as vezes tão pequenos, tanta gente consegue construir uma história para horas e horas de prosa em mesa de buteco. Nossos olhares de tornavam cada vez mais instigáveis, e os comentários metralhados a cada abrir da porta, resulta numa cara meio “AHN?.. OI?” ou qualquer coisa engraçada do tipo: “Olha.. Ela está vestida para presente!”.

Difícil é segurar certos comentários e achar tudo aquilo a coisa mais normal do mundo. Afinal, é normal, talvez não no mundo que vivo hoje – que vale lembrar que a anos atrás, era disso que eu ria todos os meus dias. 
O legal desse tipo de coisa, é você encontrar com pessoas chamadas de Contato, e quem sabe se tornar mais íntimos daqueles que só davam um tchauzinho de longe. O triste é saber que por trás de risos e gargalhadas, comentários fúteis ou qualquer que seja o assunto, dentro de cada cabeça um interesse. Seja esperando convites, seja interesses quase que sexuais, ou aqueles mais femininos do tipo: “Eu quero aquela bolsa AGORA.” (morra de inveja). Bolsas e sapatos, taí um dos componentes do Mundo Mulher mais cobiçado por todas, e o mais bizarro disso tudo é saber que eu, mesmo sendo homem, também consigo olhar e pensar: “Filhinha.. tá bom não!”. 
Aaaaai ai… Conveniências de um mundo moderno e badalado. Enganados pelo champagne, a surpresa foi o resultado de uma ralação que ninguém botava fé: Velvet. Muito bonito por sinal, bem a cara daquilo que nós, amantes do rock, esperamos em conceito de buatchi.
Mas foi divertidíssimo a noite vivida na segunda quinta desse Outono. Revi amigos, apresentei o meu presente pros meus amigos – achei bonito ver como algumas pessoas fazem questão disso – e a cada dia fico mais feliz em ver o carinho comigo de pessoas que não via a tempos. Acho isso bacana d+. Ter amigos, mesmo que não sejam AMIGOS, é bom. A minha vida é completa com isso. E por falar neles, alguns aparecem tão mudados em tão pouco tempo. Uns mais magros, outros mais bonitos… E os ricos? huahauhauahuahuaahuaha… É o resultado da aparência em busca da conquista da fama. 
Eeeeeita mundinho que me deixa eu dúvida: Ser feliz falando deles, ou ser feliz correndo deles?
Sei lá. O que importa é ser feliz!

 

ai meu nariiiiiz…

palitos
maio 6, 2008

É quando me deparo com coisas desse tipo que me dá vontade te fumar para o resto da vida. 
Mas não! 
Melhor ter uma visão de designer e guardar nos arquivos de referências sensacionais do que me atrever a “esquentar a cabeça do ursinho”. Quero dizer, do palito de ursinho. huahuahuahuahauhauhauha…

 Deixo guardado o duplo sentido da expressão.